sexta-feira, 24 de julho de 2015

Escrúpulos

Escrúpulos



Quem será?
Que poderá navegar sobre esta Palavra
E sem... Sobreavisos
Mas o Professor [Não digo quem]
Entrou na Sala de Aula cantarolando
- Resolvi Alianças
E revi teus Retratos
E tudo
Que você desvencilhou
- Resolvi tudo
Só não pude resolver
O ‘Farômetro’ natural
“Inventado” por você
- E imagine
-Claro! Que estamos aqui
Vivendo este momento lindo
[Aberto]
- Claro! E que não estou aqui pra falar em “Dúvidas”
Nem em Débitos
Nem em Dívidas
... E esqueci!
As palavras “Amorosas”
Suas Carta “Mentirosas”
Que você mesmo assinou
-Esqueci tudo!
Só não pude esquecer
- Claro! Que o Tempo têm as suas voltas
Que o Cordão Umbilical
Foi cortado por... X, Y ,W, Z?
Não!
Vamos esquecer o Passado
Pois até os Desastrolados estão com a razão
Mesmo Desconhecidos
Mesmo Anônimos
Mas considerados... Fanônimos!
Dapoesiaedaarte.com.br. blogspot
Ué! Mas que Diabo é isto... Arre Égua!
Que deixa confusos... Gregos, e Troianos
Quando interino teima... Continuarei depois a Aula do Professor... Não sei quem... No Estilo que gosto... Tud’OK? Também! Têm quem goste de Ostras... Você não entendeu? Também não entendi nada! Patavinas de nada! Nada! Nada! “Escrotices” de tudo! Tudo! Tudo! E de todos...
Mas o Professor [Não sei quem]
Se! Sabino foi
Se foi Daniel
E se foi Afonso Arinos... Eu duvido
Posto que... Abominava a discriminação
[Das Raças]
[De diversos Conceitos, e Preconceitos]
[Do vilipêndio impróprio ao Direto]
[E do desrespeito as Soberanias das Nações]
Mas o Professor continuou cantalorando
- Justiça de Deus!
- Justiça de Deus!
Quem vos fala é o Coração
Que está morrendo... Morrendo por ela... Morrendo de “Amor”
E o repertório era grande
E o Professor muito afinado
Não havia mais aquele rancor
-Quem és tu?
Para querer manchar meu nome
Quem és tu? Se já fui eu que matei tua fome
E de contra-partida parecia ouvir...
- Ainda bem!
- Que eu reencontrei você
- Você que me fez sonhar
- Você que me fez querer [ainda bem]
Pois meu Coração
Já estava infartando
Se meu Coração... Não houvesse infartado
[Ainda bem]
E de uma eu sei
Que tudo começou naquelas Praias
E de uma eu sei
Que tudo se consolidou naquele Porto... Ainda bem!
E o Porto ficou Feliz
E ainda bem... Todo Mundo apaixonado...
E Lê! Lê! Lêre! Relê!
Quem julgou tá tão calaaddoo... Agora sei... Que nas minhas composições, eu não consigo por impulsividade me conter; e ficar restrito a Metodologias Ortodoxas de uma linguagem escrita; e vou... Não há de minha parte exaustão; tudo vem de repente... E o que vem; vai... Os escrúpulos vão muito além do que a minha imaginação pensa, e deduz...
E o Professor perguntou a Classe
- Quem sabe a origem da palavra Scrupulum?
E responderam... É do Latim
E a Nostalgia lhe tomou...
É! Quis novit animus naturamque verbi?
É! Vem de uma longa história
E duas inteligências se confrontaram
Na hora dos... Entretantos, e dos Finalmentes;
Desentenderam-se
Mas agora tudo possa mudar
Se ainda houver algum escrúpulo
Por parte de alguns...
Ou por parte de um todo
Vamos esperar...
E o Velho Professor conteve as Lágrimas
[Ele era Cubano]
E sorrindo disse... Veremos! O que nos espera o Amanhã
... E continuou a Aula
Mas acho
Que ando rastreando demais
As minhas visualizações
Em... Fatos&Fotos
No Canadá
E nos próprios Anônimos da Poesia e da Arte
E por que não também...
Os... Desastrolados do Desconhecido
Stop!
And Everybody Lets Go to Do the Question
Because I Can’t see; where they are these hesitations?
[E desculpem-me os erros]
[ Do meu Inglês básico dos Anos 70]
Dos Idos nos quais
As Escolas Públicas eram viáveis
Mas não sou Tonto não;
Aquele amigo tão fiel ao Zorro
E sei que nasci, e vivo
Neste País cujo fundamentalismo gira
Em torno das inutilidades dos “inúteis”
Mas a Estatísca/Dia diz
Estados Unidos... 6
Rússia... 2
[E eu aqui comigo...
Não dá mais]
Quando tudo se Lava a Jato
E logo após... Lava-se em “Banho Maria”
E quem pagará o Pato?
E quem pagará os custo?
O povo
Os Desempregados
Os Aposentados,
E aqueles que esperam Benefícios
Mas nunca haverá interesse de que se divulge
Quem disse... Não!
A imputação Penal à Menoridade
[Votos; Do... Amanhã]
Quem financia, ou quem financiou... “A Política” dos Vândalos
[Políticos; Do... Amanhã]
Revolucionários!
Diga-se... Subentenda-se
Nem quem viabiliza o Terror
A não ser aquilo que a “Liberdade” venha permitir, ou que permita
A Criminalidade não!
A Corrupção? Nunca!
Ela se Hemodialisa
E as futilidades fluem
Como vertentes
E nos Desastrolados!
Visualizações de Ontem, e de Hoje... Zero
Talvez porque
Durante esta semana eu viagei
Pelos Estados Unidos
Pela Alemanha
Pela Argentina
Pela Itália, e a Rússia
Ora! Estive até na China... E eu estando aqui
Rastreando até as minhas próprias páginas...
Dá pra ti?
Pra mim não dá... Buenos Aires Chrome!
Mas te devolverei pela metade
Aquilo que proposital... Deixavas “Em Branco”
Excluias Vídeos
E sem fazer questão... Abstraí
“Todos”! Quais? E quantos!
Mas deixei gavado por escrito
No desconhecido do... D
Blog sob o escudo protetor... Do Firefox
Para fugir do cerco
De Monopólios estabelecidos
Em nome de tantos interesses
              [E só por ter Escrúpulos... Tantos Pensamentos]

                          Dr. Ademar Raimundo de Barros.

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Paraneia

Paraneia


Preciso de um Psicólogo
LOGO! Logo! LOGO! Logo!
Que me convença ir pra Marte
MARTE! MARTE! MARTE! MARTE!
Passagem com Passaporte...
Destino... Quem for; não voltem
E a sorte... Subentenda-se
Ser “compreendido” por alusão... Herói, ou Mártir
Por essa convicção que Réu confesso-me
[Mesmo tarde]
Preciso de Psicanálises
Claro! Claro! Claro! Claro!
Pois levitar não é fácil
E se levito... Endeuso-me
Pois não serei.. Nem Eva,
Tão pouco serei Adão... Feitos de Terra, e Barro
Claro! Que serei mais que perfeito
[E sem nenhum fanatismo]... Se feito de Ferro, e Aço
Aço! Aço! Aço!
Zinco! Zinco! Zinco!
Antimônio, ou Alumínio
Cério! Cério! Cério!
Ou não sério será?
E viva na Cinematografia que engana
E viva nas ilusões dos Ilusionistas
E que por encenação vos diga... Esplêndido!
Chegaram! Chegaram! Chegaram!
Vivos! Vivos! Vivos!
E “Extraterrenos”
Interregnos!
Nas Fotos... A configuração dos Fatos
Atos! Atos! Atos!
De “Apóstolos”
E me pergunto por aqui... Até quando?
E o que me espera se eu fique
Nestes
Complexos de Édipo já instintos... Não!
E nesse refrão... Como se nada a perder
Passando fome... Não!
E com esses Amores que me deixaram por escrito... Não!
Meus complexos são outros
Libertos de reflexões
Libertos de sentimentos, e afetos
Libertos desses reflexos incontidos
Porém repleto de instintos compulsivos
Seja! Seja! Seja! E sempre só
Nunca divida
De que me valeu no passado... Meus “Moro” Consistentes
Meu Apgar numa escala subjetiva
Dez... Por consentimento
Quando o espelho era outro... Dois! Pelo sofrimento
De que me valha falar:
Da Fase Fálica
Da fase Anal
E da Adolescência... Pânico! Pânico! Pânico!
Rodeios, ou Remendos
Cuidados exagerados; E... Síndrome do medo:
De errar
De acertar
De ser
De não ser
De viver, ou morrer... Tudo! Tudo! E ao mesmo Tempo
Sequestro! Sequestro! Sequestro!
Estupro! Estupro! Estupro!
Socorro! Socorro! Socorro!
E Síndrome de Estocolmo por acaso
Preciso de um Psiquiatra
Trata? Trata? Trata? Trata?
Tragam! Tragam! Tragam! Tragam!
Ele... E a Lista
Mas façam-me um favor... Não tragam o Sino
Sino! Sino! Sino! Sino!
Ele Badala... Ala! Ala! Ala! Ala!
E quando falam em Alas, eu penso... Fila
Infinita para o Infinito
E por todo esse Tempo que vivi... O quê ouvi?
É peso...
Quem verificará em Marte
Os meus reflexos Cremastéricos
[Não por torção dos Testículos]
Falamos da multiplicação
A Luz do Congelamento
Que aferirá meus reflexos de Babinsky
Completamente indisponíveis por interpretação
Confusos
Controvertidos
Discutíveis
Circunstancialmente irresponsíveis
E cristalina seja... A Realidade
Falamos em lesões dos Hemisférios
[Cerebrais, é claro!]
E falamos do Tronco
Daquele Polígono de Willis
Deixo em oculto as impregnações... Por Nitrogênio
As condições são outras
As descompressões lá nem existem
Pois a Atmosfera lá! É uma verdadeira Câmera Hiperbárica
Assim dizem... Mas
Preciso de um Médico
Ético! Ético! Ético! Ético!
Neutro! Neutro! Neutro! Neutro!
Mas que fale da Dor
Da Eutanásia dos Eus
Da Ortotanásia de uns
Da Distanásia sem Deus
Quando não se fala mais em; Era... Amenon
Uma “heresia” Essênica
Uma “Litania” Armênica
Por compreenderem bem que a Vida é Cíclica
Quando só nos compraz rezar...
Salva-nos Rainha
Mãe de Misericórdia
Vida “doçura”... Mas a esperança é nossa...
E a Vós vos bradamos
Não apenas mais
Pelos degredados filhos de Eva
Mas Também... Pelos “Filhos de Marte”
E a vós suspiramos
Gemendo, e chorando
Neste Vale de Lágrimas
Eia pois,
Advogada nossa
[Desde o Degredo de Capela]
Pela primeira vez rogamos
Que vossos Olhos misericordiosos...
A vós outros volveis
Depois deste novo Desterro
Erro! Erro! Erro! Lero! Lero!
É repetir a ficção... Perdidos no Espaço [Posso rir]
Sou mais um sopro... Sopro! Sopro! Sopro!
Sou mais um passo... Passo! Passo! Passo!
Sou mais um Dedo... Dedo! Dedo! Dedo!
Dedo de Deus... Sem
[Salvo maior juízo]
Não é a minha intenção ridicularizar as Religiões, nem os aficionados pelo Mundo Científico; nem aos obcecados pela ficção; nem os impregnados pela ambição, e pelo poder absoluto... Mas vamos nos ater numa realidade indiscutível... Temos muita coisa ainda a fazer aqui na Terra [por exemplo]
    Será mais importante esta aventura... Marte! Do que a fome? Do que o desemprego? Do que a vida miserável. Do que a Prostituição? Do que a Criminalidade? Do que a Corrupção de todos os Costumes? Do que o Vandalismo financiado por grupos de interesses? Do que o Terrorismo INTERNACIONALIZADO? Mas se Marte for a alternativa mais viável em meio deste Vendaval; esqueçamos essas Tormentas, esqueçamos das nossas reservas Hídricas, esqueçamos da devastação das nossas Florestas, esqueçamos da Poluição do Planeta; e vamos a Marte... Deve ser bem mais importante se não for estabelecido o absurdo... Para os Países Pobres... Seus destinos... Marte.
Novo aplicativo no Direito Internacional do Homicídio sem Morte... E do Genocídio permitido sem discriminação, ou preconceitos... Ou no Suicídio convicto sem menção de fatores Psicológicos, ou Psicóticos... Quando as “Estrelas” procuram qualquer brilho para aparecer... E para a defesa da causa... Eu te envio sem volta; e tu assinas... Eu só prometi a ida... E tu accedestes... E! Cadê as Provas? Quem irá buscá-las? E por  Tréplica... Talvez um Dia voltem... Arre Égua! Eu prefiro ficar por aqui; mesmo bicando a Areia... Agora! Quando tudo for resolvido por aqui... Quando não existam mais as diferenças... E quando não existam mais estas questões... Cristãos,e Muçulmanos... Política, e Ideologias, e essas concorrências absurdas dos Mercados... Posso ir embora... Não! Para Marte... Vou embora pra PASÁRGADA... Mesmo sem a minha Mulher que Amo... Mesmo sem os meus Filhos... Sem nada... Não é assim que chegamos... Não é assim se partimos... Não é assim que nascemos... Não é assim que morremos...

                                               Dr. Ademar Raimundo de Barros... 

terça-feira, 14 de julho de 2015

Soneto Para Um Amigo

Soneto Para Um Amigo



Se te perderes no caminho
Apenas refaças teus passos
Pois se não o achar... Procuras outro
Ou buscas os azimutes de fugas... Que encontras

O que seja um passo
Numa longa estrada?
Ou que seja? A escuridão perto da luz

Ó! Andarilho
O que será da fragilidade só! Perante a força
E se tropeças amanhã, e deixas da andar.
Pelos teus medos

Meça cada palmo, quantos metros.
E se a estrada feixa... Procuras nas trilhas
Nestas “picadas” feitas... Dentre as “moitas”
Destas "matas"
E fugindo... "Vai"!

 E foge! Andarilho
Pois a coragem tem contra si... Espinhos que espetam
E lembra! Andarilho
O teu caminho é longo... Mas não infinito


                                                             David Emanoel G. Bremide.

Comentários do Autor: Nada melhor que a verdade explícita, solta, franca; sem sorraterismo, “manhas”, e sofismas vindos; em AVZ “enviesados” e presos em subterfúrgios, subentendidos: quando somos cônscios do que seja a vida, neste meu País... E é a vida que nos faz feliz; mas é a vida.
E se pra mim seja dedicado o Soneto: parabenizo o Autor; David Emanuel, pela sinceridade pessoal, pelo raciocínio lógico e indiscutível, e pela visão (independente de sua tenra idade), pois por mais lamentável que seja: triste daquele que nesta Terra venha expor a verdade e: “Qual será o som do silêncio” de Michell Barros Maia; quando suas palavras destacarem-se das demais, inclusive das minhas.  



Qual será o som do silêncio?




Qual será o som do silêncio?
Quando só resta e nos arrasta a densa escuridão...
Qual será o som do silêncio?
Quando só nos resta o palco empoeirado e vazio...
Qual será o som do silêncio?
Quando a escuridão é pulsante e companheira.

E na verdade caminhamos com o silêncio,
Ou o oprimimos em nossas mentes densas?
E que mistérios e enigmas ele vem nos trazer,
Ou que visões assustadoras ele vem refazer?


Qual será o som do silêncio?
Quando a luz se faz nua em nossas consciências...
Qual será o som do silêncio?
Quando as trevas se tornam resplandecentes...
Qual será o som do silêncio?
Quando todos os verbos são conjugados.


E agora qual é a verdade que nos fala o silêncio,
Ou quais são as suas loucas probabilidades?
E as suas teorias e postulados cósmicos,
Ou onde estão nesse momento todos os acusadores?


Qual será o som do silêncio?
Quando compomos uma linda canção...
Qual será o som do silêncio?
Quando todos os átomos e moléculas dançam...
Qual será o som do silêncio?
Quando não se sabe decifrar o que saem das bocas.

E vêm nas tempestades que arrasam as vidas,
Ou serão negras virtudes do falar às escondidas?
E das línguas tenebrosas que se fazem ouvir,
Ou virão fazendo a guerra com a inércia do porvir?









Qual será o som do silêncio?
Quando a ignorância predominar na raça humana...
Qual será o som do silêncio?
Quando se acionar o start  das bombas atômicas...
Qual será o som do silêncio?
Quando toda a natureza puder cantar sem parar.

Eu não sei quais são tuas notas, timbres e sons...
Já não posso te impedir e, ganhar-te os dons...
És amigo e inimigo do meu chegar e partir...
Meu silêncio, velho amigo, tu me fazes refletir.



Michell Barros Maia.


Muito obrigado! David Emanuel G. Bremide.
Muito obrigado! Michell Maia Barros.





E um grande abraço dos “Anônimos da Poesia e da Arte”.