domingo, 28 de junho de 2015

E se for uma alternativa?

E se for uma alternativa?


Tenho matutado demais
E quanto mais matuto
Mais intrigo-me
Digamos!
O que vim fazer aqui neste “Mirante”?
Delirar não foi!
E a contemplação calada me condena
Por ser cúmplice do Caus
Quando... Estas recordações me matam
Por que estive aqui
Vivendo estes momentos mínimos
Como temunha de uma Cena
Da qual não participei
Como aquele figurante que ficou
Por trás dos Bastidores
E não contracenou
Tal qual o Bailarino que “Dancou”
Pois lhes “passaram a Perna”... Você morou! Continuo depois que resolver; se retire do contexto dos Poemas as Considerações de Autoria... Pois eu preciso encurtar os Espaços... Mas jamais conseguirei uma orientação superior que me respalde excluir aquilo que eu acredito no momento... Desnecessário... Vídeos; Fotos; alguns Comentários... Parte do que expus...  Não é por medo não! Eu tenho consciência da minha responsabilidade em tudo que escrevo, ou venha a escrever: eu tenho a certeza do Processo de Perseguição movido contra mim pelo Estado... Eu tenho documentos de comprovação do Contraditório... Digamos! Eu tenho tudo; só não tenho a certeza de que estas documentações foram apresentadas a Justiça por meu Advogado... Mas eu as divulguei aqui nos Blogers... E até hoje espero a decisão por unanimidade do Supremo em resumo de Súmulas... Não houve combatividade... Mas estas Documentações eu não as retirarei da Mídia... É... Retrato do meu País... As desconsiderações impostas a grande maioria dos Aposentados... Depois que alguém criou... A Teoria das Terceirizações dos Serviços... Bolsa Escola... Cotas de Participações... Bolsa Família... Seguro Desemprego... Dinheiro má distribuído... Ações Sociais desorganizadas... Propinas... Laranjas... E Delações premiadas... E estamos aí nesta balbúdia, e sem saber... Quem foi que robou mais... Quem continua roubando... Quem mais usufruiu indevidade da causa Pública... Nesta Chuva de Hábeas Corpos... Neste ... Prende e solta sem uma finalidade definida; quando o que mais importa é quem vai permanescer neste Poder... Se isto possa na realidade ser considerado como se propõem os Ilustres representantantes deste Povo que se diz sofrido por que quer... Por que lhe compraz a sua própria desorganização... Quando não será incomum encontrar a participação do próprio Povo neste Processo de Corrupção... Pois a honestidade voou de vez desde que Rui Barbosa lançou um pensamento a respeito de que... “De tanto ver prosperar as iniquidades”... O resto do pensamento é com vocês... Não custa-lhes procurar.
Ora! Mas podemos ainda contemporizar este aforismo que nos condena; por que neste encontro da Presidente, e sua Equipe Econômica com o Presidente Obama; não possa resolver, a venda da Cota de sua participação na compra de Passadina ou de Passadena; no uso de sua condição de Credor do FMI; ou no impedimento; com este novo recurso: resolva voltar a Dívida ativa com esta Organização Internacional... Ora! Juscelino conseguiu construir Brasília... Por que no uso desta alternativa, não possamos nós concluir o que chamamos antes de Aceleção do Crescimento; e culminar com a conclusão da Refinaria de Abreu e Lima, e das outras... Ora! Só basta-nos usar pela primeira vez a nossa inteligência: a não ser que o FMI esteja em falência... É bem melhor do que este Bloqueio Psicológico em nome de outros intereses Políticos, e Financeiros... É bem melhor do que uma Declaração de Guerra... É bem melhor do que se afogar no próprio Petróleo que hoje  roja na Venezuela... E tem mais... Do jeito que a coisa anda devemos pensar: na Comunidade Americana... A do Norte... A  Cental... A do Sul... E por que não pensar da mesma forma no Povo Caribenho... Por que não vejo amanhã... A possibilidade de contar com o Petróleo Árabe... Esta é a icógnita... Não é incitação... Pois o futuro é incerto... Conjectura-se.
Mas uma coisas vos digo... Que a lealdade seja a marca registrada deste empreendimento... E que os compromissos anteriores assumidos com as outras Nações sejam respeitados... Senão anulem-se... Tratos, e Tratados... Sem responsabilidade  de outrém... Salvo se dolo,ou culpa... Salvo se roubo, ou furto... Ou a deslealdade de alguém... Ou os responsáveis pelo pelo Ato ilícito... Nunca a Nação.



                                                    Dr. Ademar Raimundo de Barros

Do Epitálamo ao Concretismo

Do Epitálamo ao Concretismo




Se ele e ela representam... Serpente e Homo “Hominidae”, e Eva, simplesmente, Sapiens, sapiens... E ele! Homo Idem: Ainda que discordem quando afirmem: que “O Australdopithecinus Homo Hominidae, assim como o A. Hominidae Africanus” sejam ancestrais dos tidos: Sapiens... E “Sei que She e He, são dois Pitecantropos “Erectos” para sempre: parabenizo o Autor e da mesma forma: Augusto de Campos e seus antecessores e sucessores”.




Retifico quaisquer resíduos subentendidos diminutos diante da infeliz escolha de minha parte: consoante à intitulação do poema: “A Mais Bela Poesia “Feia”“. E devo à Drummond (não por ele), mas por sua obstinação de criar para testar a crítica: o que ele próprio queria fazer supor por feio, o belo censurável... É tanto que conseguiu em: “O Amor natural”, e induziu-me ao erro em considerar: essa Antologia Literária; se Antológica é alusiva a Ato ou Fato lindo, exemplar e inesquecível, e justamente onde procuro inconscientemente a base Verbivocovisual de minhas Poesias... Para Concretismo.




Sei que estou mais longe de ti... “Do que mais perto” / Tão assim distante, mesmo que “juntos”/ Tal a distância que talvez num espelho/ A “minha imagem” talvez esteja além do infinito/ E a tua a parte.




No Horizonte procuro-a... Não enxergo/ E se enxergo... Vejo só o vulto/ De um “barco” perdido no “inferno” / De “mar bravio” em tempestade envolta,/ onde sou náufrago... E só me resta o nado, o “grito”.






Sei que estou mais perto, do que longe/ Seja do “Parto”... Bem longe do Porto/O horizonte é verde, azul... Com o céu confunde-se/ E esses olhos verdes que me fitam... Iludem/ Escondem mágoas... Que as não confessem.



Salvem-se quem puder... Por que o fio é fino/ Pois dizem que, a esperança é verde/ Mas sei, morri na praia várias vezes/ Tentei demais, lutei em vão, de rosto em “riste” / Mas indulgência eu vi! No teu olhar... Não mais tão triste.



E vide a ilusão... Ás vezes verdes/ E vive a sensação... Não mais existe/ E vive a frustração... Nem Eva, nem Adão nem a Serpente/ E a maçã sumiu num S incipiente/ E She e He, ou Ela e Ele, sapiens... Infelizes?





Ademar Raimundo de Barros.

Comentários do Autor:

Não retirei do Blogger este Poema: apenas mudei a sua Intitulação e reconhecidamente venho a Público expor onde errei: na péssima escolha do Título e de concepções; onde por desconhecimento de causa, somos induzidos a erros: ao ponto de nem pressentir que estamos inseridos no mesmo contexto e nos contradizemos sem sentir.

Observem bem este Poema (Metamorfose) da Automania Antológica: “ATO BATO CATO FATO JATO NATO PATO TATO O”. Traduzido (em termos): O gato vê o rato no mato. O rato faz um trato com o pato. O pato de fato acha chato o gato caçar rato. Aceita o trato do rato e com seu nado a jato, molha o gato, que no ato dá um salto e se esconde no mato.

Lá, cara a cara, gato e rato fazem um pacto com muito tato. Cada Qual no seu espaço. Chega de tanto estardalhaço!E eu completaria Edith Chacon Theodoro!... E cada “quadrado”, dentro do “seu quadrado”.

É assim que se faz poesia: que se compreendem poesias: que possam ser elogiadas, as poesias: e sendo assim: permitam retirar do Blogger: A Mais Bela Poesia “Feia”; e refazer a postagem sob outra concepção, alusão e escolha... Exemplar e inesquecível sob o título: Do Epitálamo ao Concretismo.






Agora! Disponibilizem vossos “feixes”: Hipófise/Hipofisários e Talâmicos, para as sutilezas das reflexões, mas façam como eu... Que em autocrítica me rendi.



                                                        Dr. Ademar Raimundo de Barros.



sexta-feira, 26 de junho de 2015

Psicanálises

Psicanálises




Você deseja construir uma Poesia
Pense!
Nada é impossível
Difícil é encontrar quem queira lê-las
E compreender a amplitude dos sentimentos
Quando as Poesias são vivas
São mudas, ou são transplantes
São pedacinhos da gente
E diferentes são suas formatações
Livres por assim dizer
Como formatos assim
Amontoados de sons
Fonemas à livre escolha
E para cada sílaba
Uma modulação concatenada como assim...
Meu pai pensava que nasceu de uma Nuvem
Depois do Sangue
Surgiram outras Nuvens
Nuvens de Sangue
Pode!
Que poderiam ser:
Advogados
Consultores
Construtores
Fazendeiros
Deputados
Senadores
Médicos
Professores
Tantas profissões
E inclusive a dele... Uma vez Barbeiro
Sempre Barbeiro
Independe das outras Nuvens
Mas sempre comentava de forma crítica
É! Parece-me que o Eulajose quer ser Poeta
Mas o tempo passou
E nada
E tudo suspenso em nada
Mas tudo surgiu dos sonhos
E meu pai voltava a repensar
Meu Filho surgiu das Nuvens
E das Nuvens vieram seus Poemas
E quanto tempo nas Nuvens cortei Cabelos
E nas Nuvens vivi
A recortar os Fâneros normais
Ouvindo o picotado da Tesoura
E o costumaz raspado das Navalhas
Que me valia tudo
E que não era nada
E que o Vento levava... Como Nuvens
Mas diferente de mim fez Ascendino
Grande amigo meu
Que não vivia nas Nuvens
Mas teve um Filho que nas Nuvens vivia
E que era seu sangue
E nas Nuvens pensou... Serei um Médico
A quem meu Filho
Que também vivia seu sonho ímpar
E que sabia que as Nuvens não são iguais
E que nem todas elas são volúveis
Presenteou seu Livro autografado
Com os seguintes dizeres...
Para o Dr. Ademar... Estes Poemas
História do Varadouro
Era... Maresia dos Poemas... Ou notas Poemáticas
Escritas por um Barbeiro...
Eulajose Dias de Araújo... 14/08/ 1979.

                          Dr. Ademar Raimundo de Barros.

Comentários do Autor: Ah! Eulajose! Perdoa-me! Só hoje (depois de tantos Anos) é que eu vejo o valor do teu trabalho: e que posso me debruçar perante a Maresia dos teus Poemas, e compreender a amplitude constante no individualismo, e na abstração dos teus Versos. Grata é a satisfação de ver o parecer de meu ilustre Mestre, e Professor da Língua Portuguesa: do meu tempo de Colégio Estadual da Paraíba (antigo LICEU Paraibano) como corroborador da tua Obra Literária: o incontestável Wellington Aguiar: tão bem explícito no termo de abertura denominado... Vocação de Poeta. De tudo escrito no teu Livro: talvez poucos tenham te compreendido: mas é até compreensível... Quem nesta Terra tenha o conhecimento de adentrar no Campo Psi restrito da Psicanálise? Com todo o respeito: não me permito expor o que eu compreendo; mas já é o bastante o observado nas entrelinhas da tua Dedicatória... Mas o mais impressionante... A tua humildade; na exposição corajosa da tua própria intimidade.
Não é nada parecido com: Eu e Outras Poesias de Augusto dos Anjos; mas nada te rouba o mérito circunstanciado no existencial de teu próprio EU... Uma realidade que deveria ser mais divulgada nos preceitos, ou conceitos que vivem no silêncio da formação da dos Direitos e Deveres de Pais e Filhos... Ou por que não dizer... Da própria Família como Célula da Sociedade... Daí o título... Psicanálises.


                                               Dr. Ademar Raimundo de Barros.

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Marcas

Marcas


Quantas marcas marcaram minha vida
Quantas ainda... Irão me Tatuar
Pois inda sobram-me Dermátomos
E quanto Tempo me sobre pra marcar...
Se a Vida é Vela
Ou se a Pele enruga
E perca a plasticidade, e a higidez
Ou não me sobre nada
E não me sobrem... Sobras
Que sirvam para contemporizar a Flacidez
E se for longa a Vida
Quantas Marcas!
Tantas Tatuagens!
O que não é tão comum
Mas não previ que fosse assim a minha agenda
Pois se somaram tantas... Marcas; Rugas; Mágoas
Estrias, e Cicatrizes que magoam
E que maculam o ser
E a Tatuagem é fixa
Diferente das máscaras que eu usei de improviso
Foram precisas
E a Fisionomia se transforma
E ao mesmo tempo engana
E da mesma forma... Ilude
Elas dizem por dizer... Liberas
Elas falam por falar... É sua vez! Disfarças!
As Tatuagens não!
Quantas marcas que preciso me lembrar
Quantas mágoas deixarei com minhas marcas
Da loucura não!
Vivo o existencialismo
E bem longe destas concepções... Surrealistas
E da aceitação do Ilusório
Distante destas suposições Idealistas
Pois abomino estas noções do Imaginário
Que vive na Ficção
E mana do Iluminismo exacerbado
E minhas marcas não são invisíveis
E somente algumas
Fincaram-se nos recôncavos absconsos da minha Alma
Eu só não queria era levar no meu Esquife
Mágoas de meu rascunho
Marcas de Poesias Vivas
Expostas nos Anônimos da Poesia e da Arte,
E Desastrolados do Desconhecido


                                           Dr. Ademar Raimundo de Barros.

terça-feira, 23 de junho de 2015

Transparências

Transparências




E como sempre Azul!
Azul da Cor do Mar
E HTTP! E HTTP! E Oba!
Visualizou!
Anônimos da poesia. Blogspot. c... Uma Ova!
Esta página não está disponível... Grande farsa
A Internet está indisponível... Baita Sacanagem!
Logo após vocês confirmam... Em subentendido
Tem acesso sim!
Acho! Houve um erro
E seguem no âmbito destas “Maruagens”
Das quais vocês
São como sempre cúmplices, ou autores
E cultores da “desinformação”
Incitadores da discórdia
Idólatras da subversão de qualquer ordem
E Sicários de uma falsa Liberdade
Sempre a procura de uma motivação
Para a exclusão da verdade
Para que sempre
Este povo Rude
Viva subserviente
E enquanto o Dólar subir
Que alimentará o fim deste Brasil, e as desgraças do Mundo
YAHOO!
Isto pouco interessa-me
Isto não é comigo
Isto não me diz interesse
E em nada eu poderia interferir, se vossas consciência clamam
São seu interesses; não os meus
E sei que há Nações que compartilham
Mais fazer o quê?
Se cada uma zela pela sua própria sobrevivência
E nós não!
Só Corrupção... Mais nada
Então! Não vem com essa
De manipulação estatística de minha parte
Leiam se quiserem ler
As imbecilidade estão à vistas
De qualquer um
Mas se queiram persistir em me fazer de vítima
E admitirem que o vilão sou eu
Persistam
O que vos custa excluir-me
Excluam-me!
Por desaforo ao Fórum
Mas deixem o Dólar subir
Dez vezes mais é pouco
Subam!
Subam mais!
E se quiserem cheguem até Cem
Ou patamar maior
Vamos! Desequilibrem a gana
Destruam o sonho de Neruda
Rasguem os Estatutos dos Homens
Anulem este Prêmio Nóbel da Paz “incoerente”
Os Céus nem sentirão a ausência
De uma Estrela a menos, ou a mais
Mas quando este Céu cair
E nas Noites nos Céus
Não hajam mais Estrelas
E nos Dias não termos; mais... O Sol
Quero ver
Qual a Moeda que mais mande
Qual será mais forte que as outras
Que brilhe mais
E que a este comércio satisfaça
Se seja assim que dite-se
Nos ditames de vossas consciências
Mas quando tudo ruir
E os ‘Catravés’ rolarem água a baixo
Não me venham buscar explicações
Pois não entendo absolutamente nada! Nada!
Nada relativo a PIB
Ou Deflação
De Inflação... Quem dera!
Pois nunca vivi
Nem vivo no mercado ativo das especulações
Nem tenho como obsessão... Dinheiro
Nem tenho como objetivo... O Poder
Nem quero ser Herói
E morrer Verde, e Amarelo,
Como se estivesse em Encefalopatia
E subsequentemente...Coma Hepático
Por obstrução, ou por infecção, ou por septicemia
Onde... A Bilirrubinemia é a tormenta
E os riscos de Coagulação Intravascular Disseminada
São devastadores
Impossível é não morrer Cianótico... Azul da Cor do Céu
E absurdo seria não colocar no Caixão
As Flores Brancas que adornam defuntos
E de um modo geral
Fazê-los
Sonhar com com as Estrelas... E nunca
Sonhar com a Bandeira em condecoração... Jamais!
Isto são regalias de Heróis
Das Massas não
Das Massas... Só Caixão e Velas Brancas
Falar em Velas Pretas... É demais
Mais às vezes... Falam
Quando nem é preciso
Estão sob controle dos Poderes Paralelos
E das Eminências Pardas
E dos... Sobre Avisos
E daqueles que transformaram-se em Laranjas
Ou Mangas Largas do Tráfico
Ou daqueles que viraram Pássaros
E se refugiaram na Suíça
Fugindo da Lava a Jato
E levaram tudo
Levaram as Velas do contraditório
Rasgaram as provas do crime
E adquiriram outra Nacionalidade
Como tudo é fácil Deus!
Nestes Paraísos
Brasil!
Talvez um dia eu volte
Em Verde, e Amarelo
Azul , e Branco
Depois que as Cinzas sumirem
Pois no sumiço deixei um recado
- Amanhã eu volto... Certo!
Amplo! Salvo!Rico e Liberto!
Mas nada de Mandato
- Quando o mais importante é participar... Dos Rolos
Do seleto ciclo dos Sabinos
E impávido dizer:
Brasil! Como te Amo!

                 Dr. Ademar Raimundo de Barros.


Comentários do Autor: Nem olhem para mim... Nem olhem para o Brasil... E nem olhem para a Grécia... Tem muita coisa bem pior ainda... Para vocês refletirem... E que vai acontecer... Mas não será de mim que vão ouvir, o quê será... Nem será daqui do meu Visor... Que insistentemente olha para mim; pois censura não tem tamanho... E pobre de Galileu que pensou... E sonhou que a Terra era redonda... E que girava em redor do Sol... Sem mais... Dr. Ademar Raimundo de Barros.